“E aos poucos, faleço, um pouco
De tudo um pouco…
Faleço, de tudo, do mundo, de mim mesmo
Vou por ai vagueando, um pouco
Deixar-me perder, de mim mesmo
Para conseguir encontrar-me…
Faleço, de tudo, do mundo, de mim mesmo
Perco-me e encontro-me
Encontro-me sem me perder
Fujo, corro, choro, chego longe…
Chego longe, sem me perder
Este é o meu karma
A nascença traçado
esconder-me, de mim mesmo
E por mim ser encontrado!”