22 de março de 2008

Fantasma de mim mesmo


Este sou eu
Um ser errante
Em nada triunfante
Um fantasma de mim mesmo
Um ser esquecido pelo passado
e de alegrias nunca abastado

Este sou eu
Um poeta louco
esquecido pelo tempo
Sem alegria ou desalento
Amor ou compaixao
Insensiavel a tudo
À alegrie e a compaixao

1 comentário:

Anónimo disse...

abres um pouco da tua alma a cada palavra escrita, mesmo que esta não te consiga libertar...
revelas um pouco de um sentir tão grande, como a poesia que te corre nas veias, e que não é gelo derretido, mas labaredas tão grandes de um fogo imenso que em ti é violento e real...
beijo